2006-11-24

O Dia Depois do Amanhã

Entrei para o partido sem direitos. E vou continuar sem direitos. Não preciso deles para nada.

Há quem precisa deles. Fazem questão, espetando os seus direitos constitucionais em cima de quem não lhes abre a porta. Há outros que fazem questão de maltratar publicamente quem lhes tirou o tapete. E que se dane o partido. Uns armam-se em nobreza, com direitos de consanguinidade por terem estado nas fileiras de régulos. Outros perdem a lealdade e clamam excepções às regras para quem os quiser ouvir.

Não tenho paciência para essas gentes. Se tiverem que ficar de fora, que assim seja. Os meus ideais são a liberdade, igualdade e solidariedade. Se não os têm, não é dentro do Partido que o terão.

O Clube

"Who will govern the governors?" There is only one force in the nation that can be depended upon to keep the government pure and the governors honest, and that is the people themselves. They alone, if well informed, are capable of preventing the corruption of power, and of restoring the nation to its rightful course if it should go astray. They alone are the safest depository of the ultimate powers of government.
Thomas Jefferson


Sou um admirador deste autor da declaração da independência da América em 1776 e fundador do partido democrata-republicano, a fonte original do partido democrata, também apelidado de partido de Jefferson. A sua visão e modo de estar na política, servindo o povo americano, é um exemplo perfeito da cidadania e espírito de dedicação que se deve ter para um povo.

Ora, há um bom princípio que deve ser tomado numa governação sustentável. Os princípios de livre participação, expressão e respeito pelos seus iguais. Fomentam a luta contra a corrupção e a apropriação do bem comum, só possível com a existência de pessoas informadas e interessadas com liberdade para tal.

Manter um sistema de governação, em qualquer nível, opaco e não fiscalizado, torna possível muitos dos abusos que nós todos temos constatado no nosso país. O que quero dizer é que só com a participação das pessoas no processo democrático, antes, durante e depois das eleições, é que poderemos sair do marasmo em que nos encontramos.

Dou um exemplo de uma pessoa informada e interessada que luta contra o mau estado das coisas na sua terra, Paço de Arcos.

Rui Manuel de Freitas, eleito pelo Partido Social Democrata, têm feito o seu papel de força de oposição, activo e inteligente, empenhado e vigilante, não porque tenha alguma coisa a ganhar com isso, mas porque como pessoa que é, leal às gentes da sua terra, não gosta de ver a sua freguesia maltratada. E por isso sofreu represálias.

Sofreu represálias porque as pessoas visadas pela sua crítica pensam que estão num clube, o clube de Paço de Arcos, onde quem é sócio do clube é que têm direitos, e os outros que estejam calados ou levam nas trombas.

Eu não sou sócio desse clube.

2006-11-23

Debate sobre as linhas programáticas do PSD

Era bom irem dar uma vista a:
Só naquela...

Aviso à navegação

Vamos ter chuvas fortes e quase todo o continente está em alerta laranja.

Nada de novo para quem vive nos Açores, onde este ano já levaram com dois alertas de furacões (Gordon e Helene) no meio do Atlântico.

Isto não é normal. Mas é um exemplo perfeito das alterações climáticas que se vivem por todo o mundo. Secas e cheias cada vez mais fortes e frequentes. Neste caso, devido à alta temperatura ao largo da costa para esta altura do ano (4º C acima do normal), vamos ter uma tempestade violenta a abater-se por todo o país. O amanhã vai ser bonito...

Portugal ratificou o protocolo de Kyoto e com a sua entrada em vigor com a ajuda da Rússia , vai ter que pagar uma avultada multa (380 milhões €) por não ter sido capaz de baixar as suas emissões de CO2 (equivalente) para a atmosfera.

Enquanto todo o resto da Europa diminuia as suas emissões, mantendo o crescimento do PIB, Portugal continuou a aumentar as suas emissões, aliado a um crescimento pouco sustentado do seu PIB. Que reflectos é que isto vai ter a nível Europeu?

Com a passagem para a 2º fase do protocolo, a Europa vai comprometer-se a baixar ainda mais o que tinha acordado, cerca de 30% menos. Portugal está acima do que devia estar, cerca de 35% a mais. E por isso, está na cauda da Europa.

O que têm isto a ver com política, meus senhores?

Simples, isto vai acabar por nos afectar a todos - multas por pagar pela nossa ineficácia ambiental e em honrar compromissos, e é claro, se tivéssemos todos adoptado uma política consciente em relação a Kyoto antes de 2001, não estaríamos agora a correr feitos uns malucos, com energias renováveis, num puro lance desesperado para baixar as emissões.

Mas também, ninguém liga a isso, já que estão todos ocupados a ver quem é que se senta na cadeira.

Unforgetable...


Kiss of Life

2006-11-21

Resíduos Industriais Perigosos - a Sequela.

Compreendo que alguns professores e cientistas se não queiram envolver no que consideram ser a politica. Mas não será fazer política permitir que se prostitua a credibilidade, a competência, a independência e a idoneidade que dignificam uma classe e enobrecem um cidadão?
Prof. Delgado Domingues, IST

É ponto assente na Comunidade Europeia que a nível nacional, quem produz os resíduos industriais perigosos deve tratá-los. Com esse pressuposto, é necessário tratar estes resíduos que actualmente são produzidos pela indústria transformadora, produtora e distribuidora de electricidade, gás, água e indústria de restauração, a uma taxa superior a 200 mil toneladas por ano. Tratá-los porque se forem para um aterro (ou incinerados de maneira incorrecta) o impacte ambiental e os danos à saúde pública serão significativos. Let´s look at the trailer:

  • Foi com Cavaco Silva como Primeiro-Ministro e o Partido Social Democrata no poder, que se tentou resolver este problema, o da eliminação dos RIP, em Portugal. A solução apontada, a mais abrangente em termos de tratamento dos vários tipos de RIP, e a mais cara, era a de Incineração Dedicada. Cavaco Silva é hoje Presidente da República.
  • O Partido Socialista, na oposição, manifestou-se contra. Quando assumiu o poder, o Primeiro-Ministro na altura, António Guterres, assumiu a política de Co-Incineração, apresentada e defendida no Governo seguinte pelo Ministro do Ambiente, José Sócrates.
  • Na oposição, o Partido Social Democrata mostrou-se contra esta opção, desvirtuadora do seu projecto político inicial, insurgindo-se contra a ineficácia do processo. Ao retomar o poder, o governo, presidido por Durão Barroso, congelou o processo de queima de RIP em cimenteiras, e iniciou um novo estudo que levasse à resolução desta questão.
  • Nessa altura, convidado pelo Primeiro-Ministro para substituir Amílcar Theias, o então edil da mui nobilíssima Oeiras, Isaltino Morais, assume a pasta de Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território. Acaba por encarrilhar o processo dos Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos - CIRVER. Actualmente é outra vez presidente da Câmara Municipal de Oeiras.
  • Com novos ventos originados de uma tempestade europeia, o Partido Socialista ganha as eleições legislativas, e o Primeiro-Ministro José Sócrates dá a continuação da política governamental, do seu anterior executivo. Bem aconselhado, manteve os CIRVER, a ver no que aquilo dava.
  • Enquanto o processo político subia de contestação quando se adoptava a opção de incinerar os resíduos, com os CIRVER tal opção acompanhada de um debate sério com os principais contribuintes e interessados não levantou grande celeuma. Mesmo que seja fácil apontar o dedo aos principais intervenientes, não pode haver culpa quando se têm um sistema que permite inflexões em estratégias ambientais ao sabor das percepções políticas dos seus governantes, mesmo que tenha demorado uma década e 1 milhão de toneladas de resíduos industriais perigosos tenham ficado por tratar desde esse instante.
  • Concluindo, Portugal teria ficado muito melhor servido se em meados da década de 90 tivesse implementado uma incineradora dedicada e usado novas técnicas de reciclagem, recuperação, inertização e redução na produção de resíduos industriais perigosos, além de considerar a opção de co-incineração - que não é capaz de resolver o problema de queima de resíduos com elevado teor de Cloro, além do tratamento ineficaz de materiais com Mercúrio e Cádmio.
Para mais informações, refencia-se:

Resíduos Industriais Perigosos - que Política?

Embora se discuta muito na blogosfera sobre políticos e políticos, eu prefiro o género feminino, a política.

Embora as pessoas que tomam as decisões sejam parte integrante do processo, discutir política a sério têm muito a haver com a capacidade de nós olharmos o passado e o presente e dizermos aos outros e a nós próprios que futuro é que queremos. Isso é política.

Então qual a política que temos a respeito dos R.I.P.? Qual o estado do processo? Em reflexão:
  1. Quem iniciou o processo e que cargo ocupa presentemente?
  2. Quem se mostrou contra o processo inicialmente e qual foi a política tomada quando assumiu o poder?
  3. Quem se mostrou contra nessa altura e qual a política tomada quando retomou o poder?
  4. Quem teve a ideia dos CIRVER e que cargo ocupa presentemente?
  5. Qual a posição actual em relação ao CIRVER e às outras opções tomadas anteriormente pelo presente governo?
  6. De quem é a culpa?
  7. O que podemos concluir sobre este processo?
É que é já a seguir...

2006-11-20

Opção Nuclear

Quem gostaria de ter um reactor nuclear e um depósito de resíduos radioactivos no seu quintal? Os finlandeses, ao que parece.

Tomar a opção nuclear foi a escolha mais acertada para eles de maneira a diminuir as emissões de CO2 para a atmosfera - maior contribuinte para o aquecimento global - diminuir a forte dependência energética do exterior - Rússia - aumentar a competitividade das suas empresas e estabilizar o preço da produção de energia eléctrica sendo a opção nuclear o mais barato.

A nova unidade Olkiluoto 3, uma das 25 novas centrais nucleares em construção que se vão juntar às 443 existentes no mundo, com capacidade de produção de energia eléctrica de 1600 MW deve entrar em operação em meados de 2010 e foi o culminar de um processo desde 1998 que vai abrir a porta a uma nova era nuclear na Europa.

Distribuição de Centrais Nucleares no Mundo

A TVO, o mega-consórcio por trás desta nova central, detêm larga experiência nacional e é o principal operador das centrais nucleares na Finlândia sendo responsável por fornecer 25% das suas necessidades energéticas.

Uma ideia de como a nova unidade será, está patente nestas imagens, previsões do local e esquemático interior:

Nós por cá, temos outro tipo de opções, tais como a energia solar - PowerLight em Serpa, eólica, biomassa, geotérmica, oceânica, hídrica e combustíveis fósseis.

Ora, o determinante será a solução tecnologicamente mais acessível, barata e de rápida instalação para um ROI curto. A independência de recursos exteriores será um must, dada a crescente instabilidade em regiões extractoras de combustíveis fósseis.

As próximas décadas serão marcadas por um desenfrear do aumento de consumo e consequente aumento de produção de energia. Que impactos é que isso terá na vida de todos nós? Que novas políticas, responsáveis para o futuro das gerações vindouras, terão que ser assumidas e tomadas?

2006-11-19

No One Like Her...


Cherish the Day

Social Global

Portugal foi um dos principais responsáveis pelo início da Globalização com os Descobrimentos no séc. XV. Historicamente, fomos os primeiros a comercializar com a China e o Japão.

Durante esse período, houve um aumento da informação e conhecimento disponível à humanidade ocidental, comparável ao que hoje se vive com a Internet.

Todo este fenómeno contribui para a criação de laços de mútua dependência, não só de mão-de-obra, mas de trocas comerciais, que levam ao surgimento de novas oportunidades e à necessidade urgente de adaptação às novas condições de vivência na sociedade.

Entende-se que este fenómeno não se resume a meras trocas comerciais, mas a um criar de e desenvolvimento de relações sociais e económicas entre povos de culturas diferentes, aliado a uma evolução tecnológica que possibilita a comunicação em tempo útil dos seus participantes.

Falar de Globalização implica também falar da Organização Mundial do Comércio, um assunto bastante caro aos militantes de esquerda e extrema-esquerda, já que permitir que a O.M.C. tenha rédea-solta seria o mesmo que admitir que o capitalismo e a livre troca comercial, como modelo de desenvolvimento sócio-económico seria aceitável. Percebe-se assim as recentes declarações do nosso Prémio Nobel da Literatura.

É quase certo que este processo levará às nações participantes a necessidade de interoperarem umas com as outras, devido aos laços de interdependência, contribuindo para a defesa de interesses comuns e um fortalecimento do carácter de união entre estados.

Eu diria que estamos à porta do surgimento de um novo tipo de poder, ao qual dá primazia aos interesses internacionais, e não tanto à raizon de l´ État, albergue da política contemporânea.

Mas como conseguir o necessário balanço entre legitimidade - democrática - local e a eficiência neste processo global, onde a emigração, troca de capitais e criação de conhecimento já é uma realidade em muitas regiões? Ou seja, como manter a representatividade do governo, numa situação em que ele próprio não têm controlo do que se passa?

Talvez a solução passe pela O.M.C. e pela transformação da nossa política, presentemente focada na manutenção do poder, para as relações entre cidadãos de diferentes comunidades.

Referências:

2006-11-17

Humana People to People


É uma das organizações mundiais que chamo a atenção, pelo seu excelente trabalho humanista que têm feito, no apoio às áreas mais pobres do mundo, de maneira a melhorar as suas condições.

Fundada em 1977 na Dinamarca, restrutura-se, passando a ser uma organização federada, com a sede na Suiça, Geneva, mantendo o seu centro operacional no Zimbabwe.

Opera múltiplos programas, verdadeiramente globais, com a colaboração - participação activa - de inúmeras associações federadas espalhadas por todo o mundo, onde o comum cidadão pode ajudar.

Portugal é o 18º Membro, a Associação Humana Portugal.


Nota à parte

Não querendo associar partidos políticos a esta organização, porque ela é apartidária e apolítica, considero que o seu projecto de desenvolvimento têm um cariz social-democrata, no sentido de que o humanismo é uma das correntes fundamentais que fazem parte desta ideologia.

O objecto da política são as pessoas. A política não devia ter nada a haver com a manutenção do poder de um partido ou dos seus dirigentes, mas do que melhor se pode fazer para desenvolver o país e os seus cidadãos.

Acho que a mensagem do actual PSD liderado por Marques Mendes, o de construir e aplicar uma política credível, têm sido mal entendida e confundida com um laissez faire, laissez passer .

Há uma maneira diferente de estar na política, na oposição. E isso ainda faz confusão a muitas pessoas. É essa a minha opinião.

2006-11-16

Desenvolvimento Sustentável

A sustentabilidade está associada à acção que beneficia todas as partes intervenientes, e garante a perpetuação do sistema a longo prazo.

Entenda-se que no desenvolvimento sustentável, aplicado à escala nacional, este "longo prazo" não se limita ao ciclo de vida de uma empresa, ou o mandato de um governo, mas à vivência com qualidade das próximas gerações. Tomar decisões que levassem a uma brusca alteração da cultura e existência de um povo seria uma medida claramente insustentável.

O grande problema na liderança e governo deste país é que a grande parte das decisões tomadas dizem respeito à urgência de repôr a normalidade - ou seja, uma situação em que a qualidade de vida existe, e a sociedade sente-se confortável com o presente - e pouca margem sobra para a tomada de iniciativas que o coloquem no topo dos países com o mais alto índice de Desenvolvimento. Se houver iniciativas importantes, elas terão que partir de outro lado que não o Estado. Dentro e além-fronteiras. Por isso, não acho mesmo nada estranho que o investimento estrangeiro em Portugal esteja a aumentar.

"A central [fotovoltaica de Amareleja] será constituída por 350 mil painéis solares que vão permitir produzir 88 GWh [corrigido porque os jornalistas do Diário Digital não sabem o que é uma unidade de energia :-/] por ano. Esta produção permite evitar a emissão para a atmosfera de 60 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano", no Diário Digital a 30-10-2006.

Falando de outro assunto mais abrangente, Portugal, afinal, não está assim tão mal. Pode é ficar pior. E isto é o que me preocupa mais. E não estou a falar de revoluções, tomadas de poder, estados de sítio, governos corruptos ou eleições antecipadas.

A nível ambiental, temos um dos melhores climas e paisagens da Europa. Para mim, grande parte de Espanha é um deserto. E Portugal começa a ficar um deserto, face às alterações climáticas derivadas do aquecimento global. Não acham estranho que à cerca de dois anos ainda havia desmentidos na comunicação social, e depois dos incêndios, cheias, etc, terem-se misteriosamente dissipado as dúvidas? Quando o povo sofre na pele , é que os políticos mudam as suas prioridades. Há aqui qualquer coisa de irracional, não há?

A comunidade científica ao qual pertenço, algo alheia do poder político, têm manifestado à décadas a sua crescente preocupação. A nível internacional, a melhor iniciativa dos vários países foi o protocolo de Kyoto, não ratificado pelos E.U.A. e a Austrália. Não me seria nada estranho se em 2007 estes países aderissem, depois dos incêndios florestais extremamente violentos e as tempestades que se abateram nestes e em outros países.

Afinal de contas, a capacidade de regeneração e fornecimento de energia neste planeta é limitada. E isso leva a ter em conta a maneira como a sociedade interage com a eco-esfera. Sem ela, a sociedade não poderá sobreviver. Nem os seus líderes.

2006-11-15

Não pude resistir...

Uma passagem pelos blogs de Oeiras, e do "contenente". Houve mudanças na paisagem. Uns que não apoiavam, agora sim, mas só um bocadinho. Estão para as ocasiões. Pois é. Breves comentários:

1 - Cais da Linha - novo site, arrojado, comercial, mais apelativo. O Nuno esforçou-se. É pena ter aceite ser candidato contra o PSD. O seu futuro laranja comprometeu-se. Não acredito em redenções na política. Mas há milagres. Se o Pedro Santana Lopes chegou a primeiro-ministro, têm que haver, bolas!

2 - Politicopata - acusa cansaço. Está a ficar um bocado aquém da minha expectativa. Mas eu não gosto de dizer mal. Muito mal. Isso deixo para o Politicopata. Já deixou muita gente irritada, e querem fazer-lhe a folha. O meu conselho é que ele nunca saia do anonimato. É que a memória e o braço dessa gente é longa. Não te descuides!

3 - Alguns novos blogs, activos ou não, a mostrar cá para fora a voz dos militantes do PSD - olha boa, não estou sozinho, afinal há malta que se interessa pelo partido e quer vê-lo melhor, mais limpo, arejado, à sua maneira, claro está - tais como o:
http://por-cartas-abertas.blogspot.com
http://ccritica.blogspot.com
Espero que hajam mais aí na forja. Toca a "bloggar", pessoal.

Quanto ao resto, o mais importante, gostava de "postar" sobre "Desenvolvimento Sustentável", "Globalização", e "Política Nuclear". São tópicos que me interessam. Longe das quezílias partidárias. Algo mais sério. Meaningful. E que nos afectam a todos nós, desde o pobre diabo da esquina ao tio-rico-que-construiu-uma-vivenda-em-área-protegida-mas-que-afinal...
não-estava-assim-tão-protegida-porque-os-amigos-são-para-as-ocasiões.

Em breve, com tempo.